Existe alguma outra técnica mais segura ainda?

 

Sim. Na gastrectomia vertical, se reduz o estômago em até 70% do seu tamanho. O órgão fica com 300 a 200 ml, dependendo do perfil do paciente, e com forma parecida com a de uma “banana”. Nessa redução, se retira parte do fundo gástrico, região que produz o hormônio grelina, responsável pela sensação de fome. Ou seja, o apetite também diminui. Nas técnicas anteriores, o estômago era reduzido em cerca de 95% e ficava com capacidade aproximada de 30 a 50 ml apenas. Até então, era muito comum as complicações como náuseas, até mesmo com a ingestão pequena de alimentos, assim como a apresentação de quadros anêmicos, com o passar do tempo; muitas vezes apresentando vômitos de repetição e sensação de desmaio apos ingestão de alimentos doces (Dumping).


A gastrectomia vertical vem sendo indicada cada vez com maior freqüência para o tratamento da obesidade grau III e mórbida.

 

Dentre as grandes vantagens, destacam-se:

Perda de peso com qualidade de vida, ausência de dumping, ausência de desnutrição, ausência de hipovitaminoses, ausência de anemia, possibilidade de se ingerir quantidades razoáveis de alimentos e principalmente uma perda de peso sustentada e segura. Por ser um método menos traumático, possui baixos índices de complicação e de morbidade.


Na atualidade tem-se mostrado e se consagrado como uma excelente opção ao tratamento dos pacientes obesos.

Converse com o seu médico para saber a melhor indicação e o melhor resultado para o seu caso.


Nos últimos anos tem-se realizado com grande freqüência a técnica de Capella (bypass gástrico) e a Gastrectomia vertical (sleeve).

 

 


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